quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Vômito

As coisa já passam tão simples. Não há muita preocupação. Apenas equívocos. Amando mais, escorregando mais, profundissimamente! Não há mais aquela triste solidão, mas uma solidão necessária e auto-provocada. Reflexões, análises, elaborações, disciplina...Ajuste. Desajuste. Ajusta e desajusta. Por que nada é perfeito. Perfeitamente imperfeito. (Im)perfeito. E as coisas já andam tão simples. Largas e brancas. Brancas e Pretas. Senhoras Mariposas. Eu digo, digo...digo?! ..não, melhor não dizer, se não perde a graça a surpresa do achado. Procure então!...ah, quem se importa! Isso é só meu. então não perca mais o seu tempo e vá cuidar da sua vida, porra.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhe valor. Conhecer o frio para conhecer o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente viver."

(Amyr Klink, "Mar sem fim")

domingo, 21 de setembro de 2008

Nâ Nara Nâ Nara Nâ...

Oh vidinha besta. De tão besta chega a ser boa. Vida de domingos em frio. Rede dançante. Passa o tempo. Que passa correndo e leva. Leva a minha dança e a cor. Me leva. Me lava. Alma besta que basta. Abastada e leve. Sem cor. Colorindo a cor lavada. Tudo é cinza e recém nascido. Vívida saudade. Do passado não. Saudade do futuro!

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Um pouco da Bossa

"Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça..."

sexta-feira, 11 de julho de 2008

A Arte das Musas

"Na alegria, o homem pronuncia palavras. Não bastando-lhe essas palavras, ele as prolonga. Não bastando as palavras prolongadas, ele as modula. Não sendo suficiente as palavras moduladas, sem que o homem perceba, as mãos fazem gestos e os pés se agitam."
Eis uma boa explicação da origem da música, retirada de um antigo livro chinês. É perceptível, ao final do fragmento, a música tornando-se dança ("as mãos fazem gestos e os pés se agitam"), logicamente pode-se afirmar que a dança nada mais é do que a música visível. Seguindo as palavras do escritor Mário de Andrade, a origem da música é tão velha quanto a do homem. O movimento do coração, o ato de respirar formam sons rítmicos, constantes, e esse conjunto de ritmo mais som se manifestam em música. Vem-me à mente o que eu passo agora a considerar a mais bela melodia existente: a vida! Ela possui ritmo: o nascer, o crescer, o morrer; possui sons, como o rir e o chorar, sendo que a frequência, vibração de cada nota e sua intensidade concordam com os mais variados estados espirituais sofridos pelo maestro, a alma.
A música é tão completa, que excede o mundo orgânico. Está presente nos movimentos do rio, na água da chuva que quebra sobre as montanhas, no trovejar das tempestades ou no tombar de uma árvore. Na música não há limites, porque ela é o limite.
*O título do texto é o significado da palavra "música", cuja origem vem da mitologia grega, baseada nas nove musas que inspiravam as artes e ciências, consideradas divindades celestiais.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Música & Filosofia formam um belo conjunto, uma bela demonstração da vida. Nossas revoltas, mágoas, paixões podem ser incrivelmente expressas através de simples acordes. A alma voa, se liberta! É filosofando que se aprende a viver. Quando deixamos que essa dupla haja sobre nós, é possível sentir a natureza divina. É como se todas as coisas, do bem e do mal, se fundissem e somos capazes de compreender o Universo. Tornamos-nos Deuses!

Está inaugurado o blog!


Sejam Bem Vindos!