sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Um emplasto, por favor...

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

FINAL FELIZ (Jorge Vercilo)

"Chega de fingir
Eu não tenho nada a esconder
Agora é pra valer, haja o que houver
Não to nem aí
Eu não to aqui pro que dizem
Eu quero é ser feliz, e viver pra ti
Pode me abraçar sem medo
Pode encostar tua mão na minha
Meu Amor,
Deixa o tempo se arrastar sem fim
Meu amor,
Não há mal nenhum gostar assim
Oh, Meu bem,
Acredite no final feliz..."

A SEMENTE

Como a caixa de Pandora...
[curiosa e mística]
uma maldita sensualidade que provoca, que atiça!
Faz bens aos olhos,
e ao coração?! faz?
Se for como a caixinha... enfim!
Tão poética essa saudade
de estar perto, de querer...
amedrontando a alma minha
fantasiando a alma sua!
Sendo amado e tendo amor por
[é o que fala a língua]
e mesmo assim o que pulsa aqui dentro
não é o que diz a língua...
mais do que isso!
como na caixa de Pandora,
o que resta é a esperança.
E eu recordo e tento acreditar
em tudo aquilo que foi dito
por um Dom Casmurro!
e como a tal, aberta e solta,
a semente que em mim adormecia
e que, depois das palavras ditas, agora germina!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Vômito

As coisa já passam tão simples. Não há muita preocupação. Apenas equívocos. Amando mais, escorregando mais, profundissimamente! Não há mais aquela triste solidão, mas uma solidão necessária e auto-provocada. Reflexões, análises, elaborações, disciplina...Ajuste. Desajuste. Ajusta e desajusta. Por que nada é perfeito. Perfeitamente imperfeito. (Im)perfeito. E as coisas já andam tão simples. Largas e brancas. Brancas e Pretas. Senhoras Mariposas. Eu digo, digo...digo?! ..não, melhor não dizer, se não perde a graça a surpresa do achado. Procure então!...ah, quem se importa! Isso é só meu. então não perca mais o seu tempo e vá cuidar da sua vida, porra.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhe valor. Conhecer o frio para conhecer o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente viver."

(Amyr Klink, "Mar sem fim")

domingo, 21 de setembro de 2008

Nâ Nara Nâ Nara Nâ...

Oh vidinha besta. De tão besta chega a ser boa. Vida de domingos em frio. Rede dançante. Passa o tempo. Que passa correndo e leva. Leva a minha dança e a cor. Me leva. Me lava. Alma besta que basta. Abastada e leve. Sem cor. Colorindo a cor lavada. Tudo é cinza e recém nascido. Vívida saudade. Do passado não. Saudade do futuro!

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Um pouco da Bossa

"Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça..."